Candidaturas fictícias foram tema de pauta do TSE novamente Por Danielle Gruneich Mais uma vez as candidaturas fictícias, […]
A Justiça Eleitoral pretende ser mais rígida com partidos que fraudam candidaturas femininas para cumprir a determinação de que 30% dos concorrentes a vagas no Legislativo sejam mulheres. As eleições de novembro deste ano serão as primeiras em que estará valendo uma resolução que permite ao juiz derrubar uma lista inteira de candidatos a vereador antes mesmo da votação, caso a irregularidade seja constatada.
Em sua próxima campanha de rádio e TV, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) levará aos eleitores uma nova mensagem sobre a importância de ampliar o espaço das mulheres na política. A voz dessa mensagem será da atriz Camila Pitanga, embaixadora da ONU Mulheres no Brasil e ativista sobre o tema.
Por decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, as Eleições Municipais de 2020 não terão identificação biométrica, ou seja, por meio de impressão digital. A proibição acontece para minimizar os riscos de contágio pelo novo coronavírus.
Nas eleições ao Congresso nos EUA, o número de mulheres no páreo é recorde, puxado em parte por republicanas que tentam se eleger por um partido que luta para recuperar o espaço perdido entre o eleitorado do sexo feminino.
As Eleições 2020 foram adiadas devido à pandemia do novo coronavírus. Consequentemente, outras datas eleitorais como a desincompatibilização, por exemplo, também sofreram alteração. A desincompatibilização é necessária quando a pré-candidata ocupa certas funções ou cargos públicos ou possuem empregos diretos ou indiretos na administração pública. Para que ela se torne apta a concorrer às eleições, ela precisa se afastar dessa ocupação.
A partir de dados de 3.167 municípios, pesquisadores concluíram que políticas públicas voltadas à primeira infância são mais prioritárias quando conduzidas por prefeitas, independentemente de seu espectro político.
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